"Atualmente é comum em organizações de saúde privadas e mais frequentemente nas públicas, observarmos postos de trabalho administrativos (e até assistenciais) anteriormente ocupados por médicos( excluam-se os privativos dos administradores hospitalares), ocupados por outros profissionais de saúde, sem considerar o aspecto meritocrático, este fato poderia estar associado ao piso salarial destes profissionais ser menor do que o dos médicos?" post do Dr.Claudio Manoel Moura Ramalho, no Grupo Gestão e Gestores em Saúde, LinkedIn
Post da Cris...
Sem considerar o aspecto meritocrático, como mencionado, creio que a remuneração da função administrativa é um dos fatores de não aceitação pelos médicos...
E como os resultados e a longevidade institucional dependem da valorização das pessoas, será que está tudo bem...? Ou poderia estar melhor...?
Administração em saúde é área de atuação médica,também.
Creio que na administração de serviços de saúde, quando se implanta a Gestão dos Riscos Assistenciais, na Segurança do Paciente, que é o mais abrangente ( nível 1, ONA), na parte da Governança Clínica, é imprescindível a participação de gestor médico, seja administrador em saúde, hospitalista ou auditor clínico . E observei que esta função faz uma grande diferença para a adesão do corpo clínico da instituição.Os serviços que apresentam melhores resultados, inclusive os que praticam a remuneração por performance, tem gestor médico nesta parte, compartilhando saberes com os demais profissionais.Todos tem o seu papel e a sua importancia na gestão em saúde.
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