Em 1999, o Instituto de Medicina Norte-americano (Institute of Medicine – IOM) publicou um relatório que causou um grande impacto em todo o mundo – The error is human (Errar é humano) – onde apresentava a dramática estatística sobre a epidemiologia dos eventos adversos nos hospitais americanos, estimando entre 44.000 a 98.000 ao ano, o número de mortes em decorrência de erros relacionados à prestação do cuidado aos pacientes.
Estes erros, fortemente evitáveis, custavam aos hospitais entre 17 e 29 bilhões de dólares por ano (IOM, 2000). Confrontada com a importância desta questão, a 55ª Assembléia Mundial de Saúde ocorrida em 2002, adotou uma resolução encorajando os países a prestar o máximo de atenção possível a este problema, a reforçar a segurança na assistência e estruturar sistemas de monitoramento. A OMS liderou os esforços para desenvolvimento de políticas e práticas de segurança do Paciente, e em 2004 a 57ª Assembléia Mundial de Saúde aprovou a criação de uma aliança internacional para tornar a segurança do paciente uma iniciativa mundial e, em outubro, foi lançada a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente.
Hoje, com muita satisfação, vemos muitos esforços materializados e cabe aos serviços de saúde, aos gestores e aos profissionais abraçar este Programa, para a segurança tanto de pacientes, quanto dos próprios profissionais. Ainda há muito para avançar, mas é preciso começar...o primeiro passo foi dado. Precisamos louvar a iniciativa.
Quanto aos estudos:
A pesquisa foi realizada em hospitais universitários.
http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v8n4/06.pdf
http://www.scielosp.org/pdf/rbepid/v11n1/05.pdf
Fonte: Andrea Drumond
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