sábado, 17 de setembro de 2011

CONVÊNIOS DE SAÚDE TERÃO REAJUSTE ACIMA DA INFLAÇÃO, ADMITE DIRETOR DA ANS

A conta não fecha para ops, governo, prestadores e clientes, tanto as pessoas físicas, quanto as jurídicas, que contratam planos para os seus colaboradores.

Aliás, o nome deveria ser operadoras de doença, e não, operadoras de saúde.
O modelo atual, com política curativa, em detrimento da política de promoção e prevenção, precisa, urgentemente, ser repensado.

Desse jeito, não há recurso que seja suficiente, e a conta que todos nós pagamos direta ou indiretamente, não fechará nunca.

As ops e o SUS pagam pela incompetência da rede prestadora, com processos internos ruins, com número crescente de equívocos de prescrição e administração de medicamentos , e incremento das infecções nosocomiais, e outros EADs.

Assim, falta segurança ao paciente, falta valorizar os profissionais de saúde, para
motivá-los e aumentar o IFT, com qualidade na assistência que prestam às pessoas.
Falta gestão, desempenho adequado e resultados satisfatórios que possam gerar valor
ao paciente.

Os custos da saúde estão cada vez maiores, e o aporte de recursos, também... Os resultados, todos nós conhecemos...
Os usuários do nosso sistema de saúde , salvo honrosas e poucas exceções, reclamam do valor pago, mas não fazem nada para conter o aumento vertiginoso da
sinistralidade, pois não tem cuidados com a própria saúde.
O setor não está organizado de maneira adequada.
O colapso é iminente...
E o governo faz, exatamente, o que?
Repensar o modelo de saúde, é o começo...

Maria Cristina

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