terça-feira, 20 de setembro de 2011

PROMOÇÃO DA SAÚDE NÃO É CUSTO, E SIM, INVESTIMENTO

O Ministério da Saúde lançou recentemente um Plano de Ações para Enfrentamento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT). Ao longo dos próximos 10 anos, o Plano se propõe a ser a resposta do Brasil a uma preocupação comum em todo o mundo: estima-se que 63% das mortes, atualmente, ocorram por DCNT. A taxa de mortalidade prematura, ou seja, de óbitos antes dos 70 anos motivados por DCNT, é de 255 a cada grupo de 100 mil habitantes. O consenso mundial é que poderia ser reduzida para 196 por 100 mil.
No Brasil, as Doenças Crônicas Não-Transmissíveis que mais matam são as doenças cardiovasculares (31,3%), o câncer (16,2%), as doenças respiratórias crônicas (5,8%) e o diabetes mellitus (5,2%). Por isso, os quatro fatores de risco com maior influência no aparecimento destas doenças serão combatidos de forma prioritária até 2022: o tabagismo, o consumo abusivo de álcool, a inatividade física e a alimentação não-saudável.
As informações são do Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, dr. Jarbas Barbosa, que em recente entrevista destacou uma mudança evidente no conceito de Saúde. Segundo ele, “a concepção moderna é de que não basta aumentar anos de vida, é preciso aumentar anos saudáveis de vida, e para isso a promoção da Saúde tem que começar cedo”.

A ProConsultRJ ratifica que o modelo de saúde precisa ser revisto, urgentemente.
Repensar a saúde é o começo...

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