sábado, 17 de março de 2012

DA SÉRIE SOBRE SEGURANÇA DO PACIENTE 1

GESTÃO DOS RISCOS ASSISTENCIAIS


PRIMUM NON NOCERE


RISCO

É o resultado objetivo da combinação entre a probabilidade de ocorrência de evento aleatório, futuro, dependente ou não da vontade humana, e o impacto resultante caso ele ocorra.
É a probabilidade de ocorrência de determinado(s) evento(s) que gere(m) prejuízo econômico.
O processo de gerenciar riscos é parte integrante de todos os processos organizacionais.
A gestão de riscos é parte do processo decisório.
Necessita ser incorporado à cultura organizacional.


GESTÃO

Conjunto de mecanismos que precisam ser implantados para que as tendências instintivas originadas no auto-interesse das pessoas, sejam canalizadas para o interesse da empresa/instituição/organização/serviço, a fim de gerar valor para o paciente.
Conciliar interesses, competências, perfis, culturas, valores, vaidades, necessidades, saberes diversos, para um objetivo comum, é o que chamamos Gestão.


SEGURANÇA

É o que há de mais abrangente e importante quando se fala da qualidade da assistência prestada.
Trata-se de gerenciar o risco assistencial.
É buscar a prestação de cuidado de qualidade, tornando TODAS as pessoas responsáveis pela definição, construção, implantação, manutenção, monitoramento e avaliação de padrões de performance.


QUALIDADE

É uma definição subjetiva, dependente da percepção da necessidade de cada indivíduo.
Esta percepção da qualidade sofre influência de alguns fatores como cultura, valores, perfis, necessidades, tipos de produto ou serviços, ausência de autocrítica. E pode ter duas óticas: a do paciente, tomador de serviço, ou do prestador de serviço, as quais podem ser diferentes ou iguais.


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